Ontem o Conselho de Ministros aprovou o questionário a ser preenchido por quem for indigitado para integrar o governo. Mariana Vieira da Silva falou ontem em 34 perguntas mas o Diário de Notícias diz hoje que afinal são 36.
Só o Presidente terá conhecimento das respostas ao questionário e poderá inviabilizar a escolha do governo.
Os partidos da oposição criticam este mecanismo de escrutínio, que para eles não terá qualquer utilidade. Como disse Inês Sousa Real, líder do PAN: "Vão questionar se a pessoa desviou dinheiro ou se corrompeu alguém"?
O próximo secretário de estado da agricultura, que ainda não foi escolhido, já terá de responder a este questionário.
Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias