Esta semana foram notícia o desaparecimento prematuro de várias personalidades - o arquitecto Manuel Graça Dias, aos 65 anos, vitima de cancro, o ex-secretário de estado da indústria João Vasconcelos, aos 43 anos, vítima de ataque cardíaco, e o ex-assessor do PSD, que estava agora a exercer as mesmas funções na presidência da república, Zeca Mendonça, aos 70 anos, também vítima de cancro.
Relativamente a Zeca Mandonça, habituámos-nos a vê-lo ao lado de vários líderes do PSD, principalmente na altura dos congressos mas raramente o ouvíamos falar. Todos os líderes com quem trabalhou lamentaram a sua morte. Santana Lopes recordou Zeca Mendonça como "a nossa sombra, a boa sombra, na qual nos abrigávamos muitas vezes, nomeadamente quanto o tempo piorava". No Parlamento foi aprovado por unanimidade um voto de pezar pela sua morte. No texto apresentado pelos sociais-democratas, Zeca Mendonça é recordado como “discreto, competente e de uma lealdade a toda a prova” e lembram o seu trabalho com “17 líderes do PSD, com centenas de deputados do seu partido e com a JSD, com quem teve sempre uma relação especial”.
Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.