Iniciaram-se ontem as comemorações do centenário da República no Porto, por causa do levantamento militar que ocorreu lá em 1891, devido às cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 relativamente ao Mapa Cor-de-Rosa, que pretendia ligar, por terra, Angola a Moçambique.
As altas individualidades tiveram azar com o tempo. Por exemplo, Cavaco Silva apanhou uma enorme molha quando ouvia o hino.
Também estiveram por lá os clientes do BPP, que conseguiram falar com José Socrates e Teixeira dos Santos, mas não ouviram uma palavra de Cavaco Silva, a quem pediram ajuda.
Gostei do discurso do presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, Artur Santos Silva,que foi o primeiro a usar da palavra: "Necessitamos, sempre e sempre, de instituições democráticas mais fortes, mais adequadas ao nosso tempo: que os tribunais funcionem, que os partidos e o Parlamento assegurem uma melhor representação e fiscalização políticas, que o Governo consiga satisfazer melhor as aspirações da sociedade, garantindo padrões de qualidade de vida mais elevados e uma maior base de coesão e de solidariedade social".
Manuel Alegre também andou pelo Porto, tendo afirmado que não será candidato em nome de nenhum partido.
ps: Por causa das comemorações da República sondagem em voto.void7.com.
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