Hoje o Correio da Manhã diz que a "Igreja abre guerra contra Costa e Marcelo - 1º de Maio cheio e Fátima um deserto gera polémica". Parece que a Igreja acusa o Governo e a Presidência da República de dualidade de critérios.
Ontem na SIC a ministra da Saúde, Marta Temido, assumiu que as celebrações do 13 de Maio, em Fátima, são “uma possibilidade”, desde que sejam uma opção dos organizadores e cumpridas as regras sanitárias. No entanto, o mês passado o Santuário de Fátima anunciou que a Peregrinação de Maio será este ano celebrada sem a presença física de peregrinos, devido mas que se mantêm as principais celebrações
Também não vejo qualquer problema em haver 13 de Maio, se os peregrinos respeitarem o distanciamento social, com fizeram os sindicalistas na Alameda.