Donald Trump anunciou uma série de novas tarifas comerciais. Para Trump "o dia 2 de abril de 2025 será para sempre recordado como o dia em que a indústria americana renasceu". Pelo mundo houve reações a estas novas tarifas.
Ursula Von der Leyen afirmou que se trata de um duro golpe para a economia mundial e que as consequências "serão terríveis para milhões de pessoas".
O governo britânico veio dizer que os Estados Unidos continuam a ser o "aliado mais próximo" do Reino Unido. O secretário do comércio Jonathan Reynolds disse que o Reino Unido espera chegar a um acordo comercial para "mitigar o impacto" das tarifas.
Giorgia Meloni considera as novas tarifas contra a União Europeia como "erradas", afirmando que não beneficiam nenhuma das partes.
O Brasil pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio.
Os países asiáticos que são dos maiores exportadores para os EUA, comprometeram-se a tomar medidas rápidas para apoiar os fabricantes de automóveis e outras empresas que possam ser afectadas.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, considera as tarifas impostas pelos Estados Unidos totalmente injustificadas, mas a Austrália não vai retaliar.