O Supremo Tribunal de Angola, dando provimento a um "habeas corpus" apresentado pela defesa, ordenou libertar os 17 activistas, incluindo o luso-angolano Luaty Beirão, condenados a penas até 8 anos e meio de prisão por suposta rebelião e associação de malfeitores em Junho de 2015 e que estavam a cumprir pena desde 28 de março. No entanto, os activistas deverão ficar sujeitos a termo de identidade e residência, aguardando pelo desfecho do processo.
Era grande a alegria ontem à saída do Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda, onde se encontravam a maioria dos 17 activistas. Luaty Beirão, que esteve em greve de fome durante 37 dias, era o único menos eufórico pois este não é o fim de todo o processo.
Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.