Meriam Yehya tem 27 anos, está grávida de 8 meses e foi condenada à morte por enforcamento por ter recusado converter-se ao Islamismo no Sudão. Está presa desde Agosto.
A sentença foi confirmada ontem e durante a leitura da sentença, o juiz ainda lhe deu um prazo de 3 dias para se converter ao Islão, mas ela recusou. Meriam é casada com um cristão oriundo do Sudão do Sul e por esse motivo é acusada de adutério.
O sua familia é islamica e o seu nome islâmico é Adraf Al-Hadi Mohammed Abdullah. Segundo a Anistia Internacional, Meriam foi criada como cristã ortodoxa, a religião da mãe, pois ela teria tido um pai ausente durante a infância.
A Amnistia Internacional, que denunciou o caso, está a tentar impedir a execução da mulher. É triste que em pleno século XXI estas situações ainda ocorram.
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