O ministro do Ambiente brasileiro Ricardo Salles está em Madrid, para participar na Cimeira do Clima. Parece que não está de acordo com o que Jair Bolsonaro disse quando se falou dos incêndios da Amazónia.
Agora Ricardo Salles diz que o Brasil está "comprometido em reduzir as actividades ilegais" na Amazónia, mas que precisa "desse apoio, prometido há muitos anos". Para ele o elemento-chave para a solução na Amazónia são "os fundos propocionais", e que o governo brasileiro continua "à espera que os países ricos ajudem da forma adequada".
No artigo 6 do Acordo de Paris já se faz referência a esta ajuda, quando se refere que aqueles que mais poluem deverão pagar mais de forma a compensar os países que menos gases de efeito de estufa produzem. Este é o artigo da polémica, com muitos a divergirem, esperando-se que sejam ultrapassadas em Madrid.
Entretanto, como noticiava a Folha de São Paulo, no sábado, "Índios guajajaras na aldeia Jenipago, na terra indígena Arariboia (MA), invadida por madeireiros caçadores; grupo critica ausência de órgãos federais e pede segurança".
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