O prémio Pessoa deste ano, uma iniciativa do Expresso, com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, foi para o não muito conhecido Henrique Leitão, físico e historiador de Ciência.
Ao longo dos últimos anos Henrique Leitão tem trabalhado na publicação de livros de figuras científicas históricas, na organização de exposições e na ajuda na criação de um centro de investigação, o Centro Interuniversitário da História das Ciências e Tecnologia, que está a formar a próxima geração de historiadores de ciência.
Um dos cientistas a quem tem dedicado mais tempo é Pedro Nunes, que viveu no século XVI e inventou o nónio, um aparelho de alta precisão para medir a posição dos navios durante a navegação, tendo ooordenado a publicação das obras do famoso matemático e cosmógrafo português. Henrique Leitão também, esteve na organização da exposição de enorme sucesso "360º Ciência Descoberta" na Fundação Calouste Gulbenkian.
Com este prémio pode ser que se dedique mais atenção à Ciência em Portugal, que nos últimos anos tem sido tão mal tratada pelo governo.
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