Na 2ª feira o Jornal Económico trazia em 1ª página que o Estado, no final do ano de 2021, comprou acções dos CTT. Ontem a direita mostrou a sua indignação.

Afinal foram apenas 0,24%. Fonte ligada ao processo disse à TSF que a compra dessa pequena participação não tinha qualquer objetivo político, que não foi tornada pública para não encarecer o valor das ações e que serviria para a melhorar o serviço na altura do Covid.
A direita diz que o objectivo era comprar os votos da esquerda parlamentar para que orçamento de 2021 fosse aprovado, o que não veio a acontecer e agora quer ouvir Pedro Nuno Santos.
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