O povo sírio deseja um futuro melhor. O líder sírio Bachar al-Assad recusa-se a abandonar o poder. Os protestos contra Assad já duram há quase 1 ano.
Diversos países, incluíndo os EUA, apelam a "uma transição política que leve a um sistema político democrático e plural, no qual os cidadãos são iguais independentemente da sua afiliação, etnia ou crença". No entanto, Rússia e China vetam uma resolução do Conselho Segurança sobre a Síria.
O Conselho Nacional Sírio considerou que o veto de russos e chineses a uma resolução da ONU sobre a Síria deu ao regime de Damasco licença para matar com toda a impunidade.
No sábado, o presidente norte-americano acusou o regime do presidente sírio de assassinar população civil durante um «inexplicável ataque» ocorrido em Homs e pediu a demissão de Bashar al-Assad. Deste modo, os EUA querem reforçar as sanções para Damasco não ter acesso a armas.
O ministro dos negócios estrangeiros francês diz que a União Europeia vai endurecer as sanções à Síria vão ajudar a oposição síria a organizar-se.
Ontem surgiram notícias de activistas da oposição que referem que pelo menos 69 pessoas, na maioria civis, foram mortas na Síria, nomeadamente num bombardeamento em Homs e num ataque à cidade de Zabadani, perto de Damasco.
Não se esperam boas notícias nos próximos tempos vindas da Síria.
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