Pedro Sánchez e Yolanda Díaz conseguiram eleger a sua candidata a Presidente da mesa do Congresso dos deputados e logo à 1ª volta.
À última hora conseguiram o apoio dos 7 deputados catalães do Junts de Carles Puigdemont. O acordo vai fazer com que as línguas co-oficiais (basco, catalão e galego) de Espanha passem a ser usadas no Parlamento e na União Europeia, a par do castelhano, vai ser aberta uma investigação do caso Pegasus de espionagem indevida a políticos catalães, a criação de comissões parlamentares sobre os atentados na Catalunha de 2017 (atribuídos ao terrorismo islâmico) e sobre a atuação de instituições do Estado, durante governos do PP, que alegadamente queriam desacreditar dirigentes separatistas catalães e que continue o caminho de "desjudicialização do conflito político" entre a Catalunha e o Estado espanhol, iniciado na legislatura anterior, quando o governo indultou os separatistas que estavam presos e mudou o Código Penal para abolir o crime de sedição.
Francina Armengol, ex-presidente do governo regional das ilhas Baleares, farmaceutica de profissão, é a nova Presidente do Congresso.
Este é o primeiro passo para que Pedro Sánchez consiga formar governo, que agora parece ter mais hipóteses.