Os fundamentalistas do intitulado Estado Islâmico passaram a controlar metade da Síria. A última grande conquista foi a cidade de Palmira, cidade Património
Mundial da UNESCO desde 1980, considerada a Veneza do deserto
Quando parecia que os jihadistas estavam a começar a ser derrotados, dá-se o volte face.
A importância estratégica de Palmira deve-se a facto de servir de ligação entre a província síria de Deir al Zur, um dos bastiões do Estado Islâmico, e o Iraque com os arredores da capital, Damasco.
Durante a tomada de Palmira morreram 462 pessoas às mãos dos fundamentalistas.
Até agora ainda não há notícias da destrição das ruínas romanas. Responsáveis sírios antes do ataque ainda conseguiram salvar algumas das estátuas milenares que compõem o espólio da antiga cidade.
Palmira tornou-se parte da província romana da Síria durante o reinado de Tibério (14–37 d.C.). A cidade continuou a desenvolver-se e a ganhar importância até que se tornou uma cidade livre, sob o império de Adriano, em 129. Era um ponto de paragem obrigatório para muitas das caravanas que seguiam a sua rota comercial, como era o caso da rota da seda. O nome "Palmira" refere-se, às palmeiras — árvore que supostamente existiria aí em grande quantidade.
Há 1 ano aqui na Espuma dos Dias.