O chanceler alemão Olaf Scholz inicia hoje uma vista à China. Muitos têm sido os críticos a esta viagem, mesmo na coligação governamental.
Desde que começou a pandemia que nenhum grande líder ocidental esteve na China.
A antiga chanceler alemã Angela Merkel tinha visitado a China 12 vezes nos seus 16 anos no poder.
O presidente Xi Jinping considerou que a visita de Scholz “fortalece a cooperação prática”.
Para o chanceler alemão, a China “é, e continuará a ser, um parceiro importante”, considerando que: “se a China mudar, a forma como tratamos o país também deve mudar”. Scholz diz que pretende abordar com Xi Jinping "questões difíceis", como "o respeito das liberdades cívicas e políticas, bem como os direitos das minorias étnicas". Quanto à guerra na Ucrânia, Scholz insiste na "responsabilidade especial da China como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU" e que Pequim deve "falar claramente com Moscovo sobre o respeito da Carta das Nações Unidas e dos seus princípios".